Joel Silveira se auto-intitula o último dinossauro do new journalism no Brasil. Seu recente livro, Diário do último dinossauro, retrata essa carreira de repórter e cronista através de 262 pequenos textos que refletem sobre o ser jornalista, portanto um livro de memórias, ao lado de alfinetadas sobre assuntos diversos, entre os quais literatura, política e história.
Os textos presentes no livro alimentaram o "Diário de uma Víbora" - a coluna que Joel mantém na revista pernambucana "Continente Multicultural" desde julho de 2001. Os verbetes venenosos foram coletados em várias fontes: anotações inéditas que Joel acumulou em pastas de plástico, fragmentos de livros como "Vinte Horas de Abril", "A Guerrilha Noturna", "O Presidente no Jardim" e "Você Nunca Será um Deles".
Além de Joel, Geneton Moraes Neto (organizador do livro) e Paulo Polzonoff Jr também colaboram no Diário do último dinossauro, com prefácio e pósfácio respectivamente.